Lobby

Esqueci as questões de emigração e de quem tem de correr riscos à esquerda e à dureita, quer seja na ação política quer seja no trabalho ou no mercado de trabalho, na cultura.
Quanto ao lobby agrícola que deve servir quer os que usam as necessidades e derivações dele resultantes, quer sejam os tradicionais e mesmo geracionais métodos, e ligações sócio – económicas que duram no tempo ou as contemporâneas, poderiam gerar-se sinergias que propusessem novos valores e hábitos alimentares ligados ou não a métodos que perduraram no tempo ou aos novos locais de comércio e até o panorama audiovisual potenciador de sinergias entre lobbys agrícolas e alojamento local até para novas ligações à rede estatal de cobrança de impostos e segurança social.
Sou um liberal, mas não um ultra – liberal no que diz respeito à acção do Estado. Assim penso que todos deveríamos ter uma ligação nos dois sentidos com o Estado, através da receita e da despesa.
Deveremos sempre equacionar economias de escala quer a nível nacional, dentro do nosso país, quer nas nossas relações com outros países e organizações. Numa relação de proveito mútuo.
Deveríamos dar ajuda e ajudar a pescar.
Isto é Beaudrillariano, no sentido que os males dos outros nos contaminam por um lado e porque operamos todos numa economia global do signo.
O Rendimento social de inserção que não tem custos significativos, não deve ser eliminado mas também não deve ser estimulado, até porque na sociedade em que abunda a informação é fácil obter conhecimento e praticar ações subsequentes.
O SNS deve ser optimizado nesta lógica, e o Estado deve influenciar o setor privado da saúde a tomar ações melhores para todos nestas economias de escala.
Quer custe a sindicatos ou partidos de eleitorado menos tolerante ou desconhecedor do outro, deveriam haver políticas comunitárias intra – eurpoeias e extra – europeias, tendo em conta as especificidades e necessidades de cada país, que potenciassem o valor de pessoas capazes de correr riscos no mercado de trabalho, estimulando a concorrência e operando no mercado quer dos cuidadores quer da habitação nas sociedades de acolhimento quer na sua disponibilidade para dinamizarem os seus locais originários ou outros, aliviando e modificando o mapa geracional, económico e político.
A Wallmart é talvez a maior empresa do mundo, porque é a maior empresa dos EUA, está ligada ao agro – alimentar.
O lobby agrícola é importante na UE e este lobby tem sabido trazer para Portugal valores muito significativos anualmente na ordem dos 1500 milhões de euro por ano, se não me engano.
O resto é conhecimento e cultura.

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