Aeroportos

Era possível construir um aeroporto na base aeredo Montijo por 150 milhões de euro. Aumentaria o número de passageiros em 50% se relacionarmos com o atual aeroporto General Humberto Delgado. Mais 15 milhões de passageiros anuais, o que representaria num ano um retorno do investimento igual a 100 vezes. 10000%.

Por outro lado, poderia utilizar-se o cais do Seixalinho, na imediação, a 1000 m, para os turistas que visitassem o nosso país terem uma experiência única no mundo de um aeroporto associado a uma experiência sensorial única, Lisboa vista do Tejo.

Está próximo da Ponte Vasco da Gama, da ponte das Lezírias e da velha ponte de Vila Franca, da A2, da A1, A13, etc.

O único óbice que encontro é a sua orientação Nascente – Poente que poderá causar problemas na aterragem e descolagem, embora quanto aos ventos seja óptima.

Poder-se-ia fazer um aeroporto mantendo a atual pista e reservando para o futuro espaço para a construção de outra pista, distante de 1km, que fossem usadas para aterragem e descolagem separadamente. Seria o uso da pista e a opinião de pilotos a decidirem da qualidade da mesma. Caso a luz do sol pertubasse aterragens e descolagens poder-se-ia optar no futuro pela construção de outro aeroporto ligeiramente mais a poente.

No quadro dos juros a pagar pela dívida pública portuguesa, cerca de 350 mil milhões de euro a um juro na casa dos 4%, caso a notação da dívida não caia, um número na casa dos 15000 milhões de euro, atuais, um pequeno investimento como o do aeroporto de Lisboa no Montijo seria quase o suficiente para pagar num ano os juros da dívida.

Se construirmos mais alguns pequenos aeroportos por 1/2 ou 1/3 do valor, em Braga e Leiria, para além do que já existe em Beja, e eventualmente 1 em Viseu, a par da inversão do que se passa com os caminhos de ferro, que têm perdas na casa dos 2500 milhões de euro anuais, por um lado e por outro criando sinergias entre diferentes estratos dos portugueses, isto para chegar a um número que me parece muito reduzido, que são os 2% do total do IVA para as autarquias. O perigo do caciquismo existe independentemente do valor deste número. É até contraproducente.
Se por um lado poderíamos criar sinergias entre portugueses com culturas diferentes, utilizando para isso a rede de caminhos de ferro, como o cacilheiro ou catamaran associados ao novo aeroporto, por um lado e aumentando transferências de IVA para as autarquias, que levassem autarcas e munícipes a ootimizarem tempos e espaços em vez de pesarem sobre o orçamento da segurança social.

Outra coisa que não custaria nada, seriam superesquadras de polícias em Lisboa, Porto e Coimbra.

Quanto ao SNS, é de manter mesmo nesta escala de assistência primária nos centros de saúde, assistência secundária nos hospitais locais ou distritais e numa escala regional para cuidados mais complexos.
Todos nós queremos viver mais tempo, é o objectivo de todo o ser humano, para isso teremos de ter hábitos de vida mais saudáveis e por outro melhores cuidados de saúde e melhor qualidade de vida.
Sou por alguma flexibilização no mercado de trabalho sobretudo nos cuidados com idosos, eu pessoalmente quando necessitasse estaria disposto a pagar o trabalho de uma ou duas manhãs a quem quisesse prestar esse género de serviço em vez de estarmos a sobrecarregar a segurança social ou o ministério da saúde com encargos com trabalhadores diplomados, que no quadro da UE encontrariam muito melhores salários no exterior e elevariam imenso os encargos com SS e Saúde. Também os seguros de vida, de saúde e os próprios PPR deveriam responder neste sentido.

Por outro lado em relação quer à comunicação social, cujo lobby da saúde associado a hábitos de vida saudáveis é de louvar bem como o trabalho da Polícia em reduzir a sinistralidade rodoviária; o discurso da comunicação social não devevprovocar o inverso quer no discurso político e no Político, com noticiários demasiado longos e grelha de programação.

Por fim quanto ao sistema judicial, a prisão deverá continuar a ser o centro do jogo social como descreveu Michael Foucault em “Vigiar e Punir”, no entanto terá de haver investimento em prisões, qualificando-as e por outro lado apostar em medidas de coação e punição envolvendo a prisão domiciliária. A Jurisprudência deve sempre pesar a qualidade de Vida.

Quanto ao uso da força deverá sempre ser exercido pelo Estado, se em algum momento tal não aconteça deveremos levar quem o não faça ao Estado, quer pelo sistema judicial quer pela cobrança de impostos.

A equação fácil de aeroporto=juros da dívida terá sempre de ter em conta todas estas condicionantes nacionais e internacionais e ter em conta que encargos com dívidas públicas e privadas podem ainda ser maiores e que todas estas questões associadas aos transportes, turismo, cultura e Estado, se poderão voltar contra nós.

O Brasil paga todos os anos metade da sua dívida e as relações internacionais são o que são.

O lobby da ciência e cultura ganha com a verdade e abertura.

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